4 de março de 2003

NINGUEM LEVA A MAL
Está quase no fim. Os foliões colocam os chapéus de plástico no banco e preparam-se para se deprimirem outra vez. Os mais desatentos atiram-se à estrada e, no momento em que escrevo isto, alguns estarão a perder a vida e a tirar a de outros. Vi hoje alguns, a 180 km, os máximos ligados; estavam com pressa, para ver o jogo talvez... Alguns chegarão, outros, não.

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